Domingo, 23 de Julho de 2006

Super Size Me

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A Questão que muitos de nós colocamos ao fim de um dia de trabalho, é?


 


O que vou fazer para o Jantar/ Almoço refeição, a resposta muitas vezes é a solução mais rápida, mais barata?, encomendar comida ou ir a um restaurante de fast food, tão metodicamente espalhados por este nosso país a fora, quais fungos que invadem devagar mas incisivamente o corpo de um ser vivo.


 


Com este Super Size Me, o autor, sem qualquer pretensão a efectuar um estudo sociológico ou mesmo psicossomático sobre a cultura ou o povo americano, quis em primeiro e único lugar mostrar que de facto aquele tipo de comida não é de todo saudável e ao invés de o demonstrar com dados estatísticos, que a maioria de nós lê na diagonal e segue em frente por este caminho que intitulamos vida e que tão mal estimamos.


 


Dado o facto de se tratar de um documentário, permitam-me expor um pouco da acção do mesmo para que este comentário faça algum sentido. Depois de um grupo de cidadãos (mais uns) ter tomado a decisão de colocar a empresa MacDonald’s em tribunal, tendo como intuito uma indemnização para o facto de, segundo eles, a referida empresa ser responsável pela sua excessiva obesidade e consequente deterioração da sua qualidade de vida (esquecendo-se que só comem se quiserem e que se fecharem a boquinha não ficam da forma que se queixam).


 


O Actor principal, e também idealizador deste projecto decide tentar provar pelo seu próprio corpo se de facto a “Fast Food” ou “Junk Food” é de facto nefasta para o corpo humano e se é a Culpada Maior da epidemia que afecta os U.S. hoje em dia e que já se começa também a sentir na Europa. A Obesidade. ( e todas as outras doenças a esta associada).


 


Toma a decisão de durante um período de 30 dias apenas e unicamente comer comida da cadeia MacDonalds, com alguns requintes de malvadez:


Partilha a sua vida com uma “Chef “ Vegan


Só pode pedir o tamanho “SUPER SIZE” se assim for questionado.


Tem que obrigatoriamente percorrer a totalidade do menu oferecido pela empresa.


 


E assim começa esta aventura, não tão idiota como isso, e não tão mal pensada ou idealizada como á primeira vista podem pensar. De facto o percurso é muito, mas muito bem documentado, quer a nível médico, social, psicológico e muitas das vezes sociológico (esta parte pelas diversas entrevistas de rua ou a “Geeks” (existe uma plenitude deles pelos U.S. fora, é só uma questão de estarmos atento ás evidências e saber interpretar os sintomas de tais personagens).


 


Chegando a roçar a loucura e demência, quando para insatisfação de tudo e de todos decide manter o seu plano e levá-lo avante quando é aconselhado para desistir.


 


Documentário excelente e extremamente actual, e que, na minha modesta opinião, deveria constar de qualquer programa escolar na disciplina de ciências, uma vez que nutrição é uma coisa inexistente no nosso país e em muitos dos países europeus.


 


Pensem senhores, pensem que da próxima vez que tiverem vontade de comer uma sandes do MacDonalds, uma fatia de Pizza de Qualquer Outra Cadeia, ou mesmo um pacote de batatas fritas, nas ultimas cenas do filme……..


 


É por isso que eu não gosto de batatas fritas.


 


publicado por digiman às 18:06
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